WTFDTM?! (What The Fuck Do They Mean?!)

Quando eu começei a ler bastante sobre jogos e videogames, algo que sempre me incomodava eram termos específicos (ou quase) da indústria. Muitas vezes eu conseguia deduzir o significado pelo contexto, ao longo de um artigo ou de vários. Mas alguns não tinha outro jeito, eu tinha que procurar no oráculo.

Atualmente, eu entendo muitas das expressões que me deixavam com a pulga atrás da orelha, e eu uso algumas delas aqui no meu blog. Então, para esclarecer quem não conhece os termos, eu vou fazer um guia rápido sobre seus significados. Espero que ajude.

Vou tentar manter esse post atualizado com novos termos que eu for descobrindo ou vocês forem pedindo. Se eu tiver esquecido de alguma coisa, deixe um comentário que eu expando a lista.

DLC: “DownLoadable Content”, ou “Conteúdo baixável” (não existe tradução decente pra “Download”). Refere-se a tudo que você baixa para complementar um jogo, como os personagens de Mortal Kombat, os mapas de Call of Duty, as músicas de Rock Band e etc.

IP: “Intellectual Property”, ou “Propriedade Intelectual”. É um nome genérico das séries, mas não dos seus jogos individuais. Por exemplo, Assassin’s Creed é uma IP da Ubisoft, que engloba Assassin’s Creed 1, 2, Brotherhood, Revelations, Bloodlines (que não são IPs). God of War, Zelda, Halo também são outros exemplos de IPs.

DRM: “Digital Rights Management”, ou “Gestão de Direitos Digitais”. São as ferramentas que a indústria usa para manter um certo controle de seus produtos e evitar hackers e pirataria. CD-Keys é uma tecnologia de DRM, assim como a exigência de uma ativação online ou de uma conexão online constante, como será o caso de Diablo 3.

First-parties: são os estúdios que pertencem a uma empresa que desenvolve consoles, desenvolvendo exclusivamente para esses consoles, não podendo desenvolver pra nenhuma outra companhia. Podem ter o nome da própria empresa (como a Nintendo), ser uma divisão dela (a Polyphony Digital da Sony) ou um estúdio que foi comprado por ela (como aconteceu com a Sucker Punch).

Third-parties: são os desenvolvedores que não estão ligados a nenhuma empresa que desenvolva consoles, e criam jogos para várias plataformas. Por exemplo,  Ubisoft, Activision, Electronic Arts e Sega são desenvolvedoras third-parties.

Second-parties: são, na verdade, um tipo especial de third-parties. São desenvolvedores que não têm nenhuma ligação direta com uma empresa, mas se especializam na produção de jogos para apenas uma empresa. É o caso da Game Freak, que faz os Pokémons pra Nintendo; e da Insomniac, que desenvolve quase exclusivamente para a Sony.

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